Senadores protocolam CPI para investigar ações do MEC em governos do PT

Senadores aliados do presidente Jair Bolsonaro (PL) anunciaram, nesta terça-feira (12), terem protocolado, na Mesa do Senado, 28 assinaturas para que seja instaurada uma CPI para apurar problemas no Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) e duas mil obras de escolas que ficaram inacabadas em governos do PT. O requerimento foi do senador Carlos Portinho (PL-RJ).

Em pronunciamento nesta terça-feira (12), o parlamentar disse que no recentemente depoimento de Marcelo Lopes da Ponte, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), na Comissão de Educação, o há um fato concreto existente e que justifica uma apuração: o porquê de haver duas mil escolas inacabadas até o momento.

Portinho disse que, entre as causas desses centros de ensino não terem sido concluídos, figuram o desvio de recursos e a “incompetência de alguns prefeitos que não foram capazes de provar o domínio sobre o terreno das escolas que construíram”.

O parlamentar ainda reafirmou que não vê motivo para a CPI proposta pela oposição, que visa investigar suspeitas de irregularidades no MEC no Governo Bolsonaro. Segundo ele, o próprio ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, denunciou à CGU, no ano passado, o abuso do acesso de pastores a ele, sendo portanto uma “notícia requentada”.

— Falam em superfaturamento. Mera narrativa, porque só há quando há pagamento. Confundem empenho com liquidação. Reserva-se o orçamento para a compra dos veículos, dos ônibus, que são de mais de seis tipos. Não é um micro-ônibus qualquer —  disse.

Agenda Política com Agência Senado

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