Ranking dos partidos: saiba como fica o tamanho das legendas na ALPB com o fim da ‘janela partidária’

Dos 36 deputados estaduais que compõem a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), pelo menos 23 parlamentares trocaram de partidos durante o período da janela partidária, que se encerrou na última sexta-feira (1º), refazendo a configuração política do legislativo estadual. Quando levado em conta o universo total de parlamentares da Casa, 64% dos deputados mudaram de legendas.

As trocas ocorrem, principalmente, com o objetivo de construir a reeleição no pleito de outubro. A janela partidária, que ocorre durante 30 dias, seis meses antes da eleição, permite a deputados federais e estaduais que troquem de partido, se assim desejarem, sem o risco de perder o mandato.

O partido do governador João Azevêdo (PSB) foi o que mais se beneficiou com a janela partidária, tornando-se o maior partido da Assembleia: são 9 deputados (Anísio Maia, Buba Germano, Hervázio Bezerra, Edmilson Soares, João Gonçalves, Júnior Araújo, Pollyana Dutra, Ricardo Barbosa e Tião Gomes).

Em seguida, o Republicanos, também da base governista, surge com a segunda maior bancada: o partido saiu de 1 para 6 deputados estaduais. (Adriano Galdino, o presidente da Assembleia; Branco Mendes; João Bosco Carneiro, Jutay Meneses, Raniery Paulino e Wilson Filho).

Também experimentaram um aumento de suas bancadas, o PL, sigla do presidente Jair Bolsonaro, que passou a contar com 3 deputados (Caio Roberto, Cabo Gilberto e Wallber Virgolino) e o PT, do ex-presidente Lula, com a mesma quantidade de assentos (Estela Bezerra, Cida Ramos e Geová Campos).

Ainda com 3 assentos, o PSDB (Camila Toscano, Tovar Correia Lima e Manuel Ludgério) e o Progressistas (Jane Panta, Galego Souza e Lindolfo Pires). Em seguida, com dois deputados, o MDB (Erico Djan e Anderson Monteiro) e com um assento cada os partidos Solidariedade (Eduardo Carneiro), PSD (Felipe Leitão), PC do B (Inácio Falcão), PSC (Moacir Rodrigues), União (Taciano Diniz), Rede (Chió) e PTB (Doda de Tião).

Com o fechamento da janela partidária, a próxima missão de cada partido é preparar o time de filiados que vão disputar o pleito em outubro. O objetivo será atingir o limite mínimo de votos, de acordo com o quociente eleitoral. Sem as famosas coligações partidárias, permitidas até o pleito de 2018, as agremiações se tornam protagonistas da disputa e precisam se fortalecer internamente para que continuem existindo no cenário político brasileiro e paraibano.

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