Pilipenko justifica pré-candidatura ao Senado: ‘Não acho que Deus me permitiu testemunhar a guerra para me aquietar’; Ouça

“Não acho que Deus me permitiu testemunhar e viver os temores da guerra para depois me trazer à Paraíba e eu me aquietar”. Com essa frase, a paraibana Silvana Pilipenko, de 54 anos, explicou nesta segunda-feira (23), em mensagem à Rádio Arapuan FM, por que aceitou o convite do partido ‘Brasil 35’ para se lançar como pré-candidata ao Senado.

Pilipenko ficou cerca de 26 dias desaparecida na Ucrânia em meio à guerra contra a Rússia. Trata-se da primeira pré-candidata mulher ao Senado nas eleições de 2022, se for confirmada no período das convenções partidárias.

Silvana Pilipenko desembarcou na Paraíba no dia 10 de abril, mas está filiada ao partido desde o dia 02, prazo exigido para participar do pleito. O blog teve acesso à certidão gerada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A filiação ocorreu de forma online, segundo a direção da legenda.

“Eu vivi uma guerra na Ucrânia e cada brasileiro também vive as suas próprias guerras, como aquelas causadas pela falta de dignidade, estrutura familiar, recursos financeiros, entre outros. Eu sei que posso contribuir para ajudar o povo da minha nação e da minha Paraíba”, explicou. (Ouça abaixo).

Além dela, o marido ucraniano, Vasyl Pilipenko, e a sogra, de 87 anos, estavam em Mariupol, uma das cidades mais atacadas pelo exército de Vladimir Putin.

Ouça o áudio a seguir

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