Opinião: a sensibilidade de Michelle e a visibilidade aos ‘raros’ da Paraíba

A primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, disse nesta terça-feira (15), que trabalha de forma pessoal para combater o preconceito e ‘dar visibilidade’ às pessoas com doenças raras.

Ao lado do ministro Marcelo Queiroga, ela participou da inauguração do Centro Interdisciplinar de Doenças Raras, uma parceria da Prefeitura Municipal de João pessoa com o Governo Federal.

“Estamos trabalhando pela melhoria na qualidade de vida dos nossos pacientes, para combater o preconceito e dar visibilidade aos nossos raros”, disse.

“O tema dos Raros é muito importante na minha vida e me comprometi a, se tivesse a oportunidade, lutar por estas pessoas. Estamos trabalhando para a melhoria da qualidade de vida destes pacientes para que tenham diagnóstico precoce, tratamento de qualidade, apoio às famílias e que não sofram com preconceito”, afirmou.

Sensibilidade

Num movimento importante de visibilidade, Michelle demonstrou sensibilidade com a causa.

Em João Pessoa, recebeu flores de um grupo de pessoas com doenças raras e assistiu a uma apresentação.  Antes de discursar, levou para sentar ao seu lado, no palco, o ativista Patrick Dornelles (PSD), portador de doença rara que vai assumir a Câmara dos Deputados na próxima semana.

Uma verdadeira demonstração de sensibilidade, em palavras e em gestos.

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