Romero evita críticas a governador, mas afirma que gestão estadual ‘pode melhorar’

Ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, em entrevista à TV Arapuan

Entrevistado no programa Frente a Frente da TV Arapuan, nesta segunda-feira (29), o ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), evitou fazer críticas ao governador do Estado, João Azevêdo (Cidadania), mas disse que a gestão estadual ‘pode melhorar’ em alguns pontos.

Cotado para disputar o Palácio da Redenção em 2022, Rodrigues disse que ainda não tomou a decisão sobre manter o nome na disputa ou se vai concorrer a outro cargo eletivo no pleito do próximo ano, ressaltando mais uma vez que não teria problemas em dialogar com outros atores políticos da Paraíba.

“No caso, com o governador, eu nunca fui em lugar nenhum para me dirigir ou falar pessoalmente dele. Eu discuto questões administrativas, e vou continuar discutindo, se fosse aliado ou como adversário,  pois uma oposição séria é um contributo que se dá para melhorar a administração”, considerou.

Avaliação da gestão

Ao avaliar a gestão do governador, Romero disse que a administração “pode melhorar” e que “tem muito a melhorar” no contexto da pandemia da Covid-19. O político ressaltou, no entanto, que não faz críticas pessoais ao governador.

“Acho que pode fluir melhor em alguns aspectos, mas não é uma fala que denigre, não é uma fala pejorativa”, destacou. “É tentar vencer os desafios e tornar a administração com mais resultados, com coisas concretas e objetivas, que a gente possa mudar a vida das pessoas”, reforçou.

Ainda na entrevista, o ex-prefeito de Campina Grande disse que não tem ideia fixa na política, ressaltando que pode deixar de lado a disputa pelo Governo do Estado. Também na ocasião, Romero deixou aberta a possibilidade de dialogar com o governador e não descartou uma eventual composição.

“Toda decisão que eu tomar, não farei às escondidas, farei de forma transparente e vou explicar à população qual foi o motivo da decisão. Sempre sonhei com uma Paraíba em que a gente possa unir todo mundo, que fosse uma política mais fraterna”, explicou.

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