
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de baixa umidade do ar para 59 municípios da Paraíba. O aviso é válido até as 20h deste domingo (30).
Nas cidades sob alerta, a umidade relativa do ar deve variar entre 30% e 20%, condição que representa baixo risco de incêndios florestais e de problemas à saúde.
O Inmet orienta a população das áreas afetadas a beber bastante líquido, evitar atividades físicas durante as horas mais secas do dia e reduzir a exposição ao sol nos períodos mais quentes.
Cidades da Paraíba afetados pelo alerta do Inmet
- Água Branca
- Aguiar
- Aparecida
- Bernardino Batista
- Boa Ventura
- Bom Jesus
- Bom Sucesso
- Bonito de Santa Fé
- Brejo dos Santos
- Cachoeira dos Índios
- Cajazeiras
- Cajazeirinhas
- Carrapateira
- Catingueira
- Conceição
- Coremas
- Curral Velho
- Diamante
- Emas
- Ibiara
- Igaracy
- Imaculada
- Itaporanga
- Jericó
- Joca Claudino
- Juru
- Lagoa
- Lastro
- Manaíra
- Marizópolis
- Monte Horebe
- Nazarezinho
- Nova Olinda
- Olho d’Água
- Pedra Branca
- Piancó
- Poço Dantas
- Poço de José de Moura
- Pombal
- Princesa Isabel
- Santa Cruz
- Santa Helena
- Santa Inês
- Santana de Mangueira
- Santana dos Garrotes
- São Bentinho
- São Domingos
- São Francisco
- São João do Rio do Peixe
- São José da Lagoa Tapada
- São José de Caiana
- São José de Piranhas
- São José de Princesa
- Serra Grande
- Sousa
- Tavares
- Triunfo
- Uiraúna
- Vieirópolis
Clima seco é frequente no interior
Nas últimas semanas, o Inmet tem emitido com frequência alertas de baixa umidade para o interior da Paraíba, principalmente para municípios localizados na região oeste do estado.
A baixa umidade, no entanto, não ocorre apenas durante os meses considerados mais frios. Em determinadas regiões, o clima seco também pode ser registrado durante o verão, dependendo das condições atmosféricas.
A redução da umidade do ar pode provocar ressecamento da pele, irritação nos olhos, sangramento nasal e agravamento de alergias e problemas respiratórios. Em situações mais intensas, também pode aumentar o desconforto e agravar condições que afetam órgãos como coração e pulmões.
A umidade relativa do ar considerada adequada costuma ficar entre 50% e 80%. Quando os índices ficam abaixo de 30%, aumenta a possibilidade de desconforto e de problemas de saúde, especialmente entre pessoas mais vulneráveis.
Além disso, a baixa umidade contribui para a piora da qualidade do ar, já que dificulta a dispersão de poluentes na atmosfera.
Por isso, durante períodos de umidade muito baixa, é importante manter uma boa hidratação, evitar esforços físicos nos horários mais secos e procurar permanecer em locais protegidos do sol e bem ventilados.
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