
A defesa do ex-vice-prefeito de Cajazeirinhas, João Felipe Ferreira de Almeida, classificou como uma “medida extrema” a prisão preventiva decretada contra o político, investigado por suposta prática de violência doméstica. A manifestação foi divulgada por meio de nota à imprensa nesta quarta-feira (30).
Segundo o advogado Lucas Mendes, João Felipe colaborou com as investigações desde o início do caso, comparecendo espontaneamente à Delegacia da Polícia Civil para prestar esclarecimentos. A defesa sustenta que não havia elementos que justificassem a decretação da prisão preventiva, argumentando que a medida cautelar deve ser aplicada apenas em situações excepcionais.
A nota também rebate a versão apresentada pela Polícia Civil de que o ex-vice-prefeito teria tentado fugir no momento do cumprimento do mandado de prisão, pulando o muro da residência onde estava, no bairro da Torre, em João Pessoa. De acordo com a defesa, essa informação não corresponde aos fatos.
João Felipe foi preso na madrugada da última terça-feira (29), durante operação da Polícia Civil. Conforme a investigação, ele é alvo de um inquérito que apura a prática de violência doméstica.
Na tarde da quarta-feira (29), o ex-vice-prefeito passou por audiência de custódia no 1º Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de João Pessoa. Após analisar o caso, o juiz André Ricardo de Carvalho Costa decidiu manter a prisão preventiva.

